Veto Branco da Morte Já fui fio-de-prumo, primo Do compasso, esfera armilar, Cavaleiro d’malta, cruzado, Invertida pirâmide, credo. Com vasculhos, do tojo abrunho, Varri grilhões, desta vil Terra, E porões, de nau negreira, Fui falo, d’convento capitel, Mendiguei, por pães e guita, Verguei’m’a um ideologista, De foices, martelos e’Corão, Ceifeiro, d’cearas d’outros, Maçom, secretas sociedades, De todas que "Dei Opus" tem Como falsas e sem confiança Em sinos,concílios ,Deuses. Não me orgulho, de ter sido Pira d’corpos, cremados na praça, Imposto de guerra, d’rei déspota. Chacina em Jerusalém, Darfur. Sinto despontar um presságio Maligno, quando urna sem voto De protesto, sou, em reino, Onde à sorte, não pertenço. Já fui, fio d’prumo, compasso, Tudo, e minh’alma, sem dono, Não pertence mais a’quem manda, Mas sim à morte… Joel Matos (10/10/2010) http://namastibetphoto.blogspot.com |
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Voto em Branco
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Parece que me dividi Entre presente e passado, Como quase sempre Me acontece com o que Não é real, com o que Não é meu, nem minha é Esta vid...
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