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A mostrar mensagens de Maio, 2015

Homem Anão.

Homem anão.

Quantos Himalaias, quantos esconsos penedos Deixámos de subir por faltar em nossas veias As reais, paredes, alicerces e sem aparente razão Ou medo das ameias, quando os penedos
Escuros, escudos nossos são, varas verdes Sem jeito nem nosso respeito plo que as costas Da natureza sente nas crostas e charcas Mas consente não, consente não,
Quantas propostas e sermões damos a peixes, E daremos em vão, sem nós mesmos neles crermos, Quanto da nossa clarividência negamos No nosso desassossego de cidade intencional,
Quantos dias temos em que o desapego vivemos não Ou mais ou menos inconscientes, bêbados, Quantos dias de comprimento tem uma vagem, parecidos sois Mas superiores a mim,  todos servindo de pouco a quem não,
Quantos dias a menos tem um ano, de esperança em renascermos, Quantas memorias do que fomos em criança e dos brinquedos, Quando se está velho e "de parte", Quanto somos? porque noutra parte de nós mesmos,
Menos tempo para o que fomos temos, neste coração Sem dia, sem ano…